7 sites para você aprender um novo idioma sem gastar nada

Use a internet para estudar e dominar uma língua estrangeira

Imagem 7 sites - Livraria RoveranAprender uma nova língua é uma experiência enriquecedora. No entanto, nem sempre é fácil encarar esse desafio. Isso porque o idioma em si pode ser difícil e, além do mais, é complicado ter tempo e dinheiro para frequentar um curso tradicional.

A internet pode ser muito útil no aprendizado de uma língua. Há uma série de plataformas gratuitas voltadas a quem deseja aprender uma língua nova. O site da revista “Inc.” listou algumas delas. Elas têm algumas diferenças entre si. Infelizmente, uma parte delas não tem uma versão escrita em português, o que faz com que sejam opções para quem domina o inglês. Confira:

1. Duolingo
O Duolingo talvez seja a mais famosa das plataformas online de idiomas. O serviço é estruturado como se fosse um game, o que faz com que a aprendizagem seja viciante. O Duolingo tem uma versão em português e aplicativos móveis para Android, iOS e Windows Phone.

2. OpenCulture
Este é um grande banco de dados com material de aprendizagem de 48 idiomas. Lá, você encontra o que é preciso para aprender tanto uma língua mais “popular”, como francês ou espanhol, como idiomas mais “alternativos”, como gaélico e islandês.

3. Livemocha
O Livemocha é uma verdadeira rede social. No site, que tem versão em português, você pode aprender vários idiomas, por meio de atividades de memorização, audição e escrita. O diferencial do Livemocha é que algumas das lições são corrigidas por usuários que são nativos no idioma escolhido.

4. Babbel
Com tradução para o português, o Babbel tem aulas de inglês, francês, alemão, sueco e turco, entre outras línguas. As lições básicas são gratuitas, mas há cursos pagos também.

5. Busuu
O Busuu é bastante popular ao redor do mundo. Tem mais de 50 milhões de usuários. No Brasil, no entanto, não é tão forte – até porque não tem uma versão em português. De qualquer forma, a plataforma também é colaborativa. Ou seja, os usuários têm uma participação ativa na aprendizagem dos colegas. Um ajuda o outro.

6. Learn a Language
Este é outro site que funciona como um banco de dados. Lá, você encontra material para aprender espanhol, francês, italiano e alemão, entre outras línguas.

7. Surface Languages
O Surface Language oferece “resumões”. Ou seja, lá você encontra palavras e expressões básicas de vários idiomas. É uma boa alternativa para quem precisa viajar a algum lugar, por exemplo, e não tem muito tempo para estudar.

Fonte: PEGN


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Os 100 Melhores Livros De Todos Os Tempos, A Lista Das Listas

Para se chegar ao resultado fizemos uma compilação de 15 listas publicadas por jornais, revistas e sites especializados em listas, mercado editorial e livros. O objetivo da pesquisa era identificar, baseado nestas listas, quais eram os 100 melhores livros da história. Algumas das listas pesquisadas incluíam apenas romances, outras — livros não ficcionais. Algumas traziam apenas obras do século 20, outras — obras seminais, formadoras da cultural ocidental. Após a seleção das listas, criamos uma base de dados para que todos os livros fossem pontuados igualmente independentemente do gênero ou período em que foi escrito. Nos casos de empate — e foram muitos — desempatamos atribuindo o valor mais alto ao livro que obteve o maior número de resultados no Google, numa consulta por autor e título.

Participaram do levantamento as publicações: “The New York Times”, “Amazon”, “Le Monde”, “The New York Public Library”, “BBC”, “The Guardian”, “Modern Library”, “Time”, “Newsweek”, “Telegraph”, “Lists Of Bests”, “Wikipedia”, “Folha de S. Paulo”, “Revista Época”, “Revista Bravo”.

Obviamente que listas são sempre incompletas, idiossincráticas. Sabe-se que, como a percepção, a opinião — que foi a base de todas as listas —, é algo individual. De qualquer forma, os 100 livros selecionados, se não são unanimidades entre as publicações pesquisadas (e possivelmente não serão entre os leitores), são referências incontestes da grandeza e importância da literatura para a humanidade.

O resultado não pretende ser abrangente ou definitivo, antes é apenas um reflexo da paixão de leitores e críticos que ajudaram a construir, com suas opiniões, um vasto guia literário que percorre mais de 2 mil anos de história. As sinopses são das respectivas editoras.

1 — Dom Quixote, Miguel de Cervantes, 1605

Dom Quixote de La Mancha

Dom Quixote de La Mancha não tem outros inimigos além dos que povoam sua mente enlouquecida. Seu cavalo não é um alazão imponente, seu escudeiro é um simples camponês da vizinhança e ele próprio foi ordenado cavaleiro por um estalajadeiro. Para completar, o narrador da história afirma se tratar de um relato de segunda mão, escrito pelo historiador árabe Cide Hamete Benengeli, e que seu trabalho se resume a compilar informações. Não é preciso avançar muito na leitura para perceber que Dom Quixote é bem diferente das novelas de cavalaria tradicionais — um gênero muito cultuado na Espanha do início do século 17, apesar de tratar de uma instituição que já não existia havia muito tempo. A história do fidalgo que perde o juízo e parte pelo país para lutar em nome da justiça contém elementos que iriam dar início à tradição do romance moderno — como o humor, as digressões e reflexões de toda ordem, a oralidade nas falas, a metalinguagem — e marcariam o fim da Idade Média na literatura.

2 — Guerra e Paz, Liev Tolstói, 1869

Guerra e Paz

“Milhões de pessoas praticaram, umas contra as outras, uma quantidade tão inumerável de crimes, embustes, traições, roubos, fraudes, falsificações de dinheiro, pilhagens, incêndios e assassinatos, como não se encontra nos autos de todos os tribunais do mundo em séculos inteiros […]. O que produziu tal acontecimento extraordinário?”. Empenhado em responder a esta pergunta, através da busca pela verdade histórica dos fatos, e em argumentar com os historiadores de sua época, que no seu entender resumiam os acontecimentos nas ações de algumas figuras poderosas, Liev Nikoláievitch Tolstói (1828-1910) escreveu um dos maiores romances da literatura mundial. Guerra e paz descreve a campanha de Napoleão Bonaparte na Rússia e estende-se até o ano de 1820. Baseado em meticulosa e exaustiva pesquisa — com fontes que vão dos estudos do francês Adolphe Thiers e do russo Mikháilovski-Danílevsk a testemunhos orais —, Tolstói reconta os episódios que culminaram na derrota francesa e retrata, à sua maneira, personagens reais, como o próprio Napoleão e uma série de comandantes militares.

3 — A Montanha Mágica, Thomas Mann, 1924

A Montanha Magica

Imagem simbólica da corrosão da sociedade europeia antes da Primeira Guerra. Ao visitar o primo em um sanatório, Hans Castorp acaba por contrair tuberculose. Permanece internado por sete anos, vivendo em um ambiente de requinte intelectual, em permanente debate com ideias filosóficas antagônicas, até que decide partir para o front.

4 — Ulisses, James Joyce, 1922

Ulisses

Um homem sai de casa pela manhã, cumpre com as tarefas do dia e, pela noite, retorna ao lar. Foi em torno desse esqueleto enganosamente simples, quase banal, que James Joyce elaborou o que veio a ser o grande romance do século 20. Inspirado na “Odisseia”, de Homero, “Ulysses” é ambientado em Dublin, e narra as aventuras de Leopold Bloom e seu amigo Stephen Dedalus ao longo do dia 16 de junho de 1904. Tal como o Ulisses homérico, Bloom precisa superar numerosos obstáculos e tentações até retornar ao apartamento na rua Eccles, onde sua mulher, Molly, o espera. Para criar esse personagem rico e vibrante, Joyce misturou numerosos estilos e referências culturais, num caleidoscópio de vozes que tem desafiado gerações de leitores e estudiosos ao redor do mundo. O culto em torno de “Ulysses” teve início antes mesmo de sua publicação em livro, quando trechos do romance começaram a aparecer num jornal literário dos EUA. Por conta dessas passagens, “Ulysses” foi banido nos Estados Unidos, numa acusação de obscenidade, dando início a uma longa pendenga legal, que seria resolvida apenas onze anos depois, com a liberação do romance em solo americano.

5 — Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez, 1967

Cem Anos de Solidao

“Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendia havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer a fábrica de gelo”… Com essa frase antológica, García Marquéz, Prêmio Nobel de Literatura de 1982, introduz a fantástica Macondo, um vilarejo situado em algum recanto do imaginário caribenho, e a saga dos Buendia, cujo patriarca, Aureliano, fez trinta e duas guerras civis… e perdeu todas. García Marquéz já despontava como um dos mais importantes escritores latino-americanos, no início da década de 1970, quando “Cem Anos de Solidão” começou a ganhar público no Brasil. O livro causou enorme impacto. Na época, o continente estava pontilhado de ditaduras. Havia um sentimento geral de opressão e de impotência. Então, essa narrativa em tom quase mítico, em que o tempo perde o caminho, em que os episódios testemunhados e vividos acabam se incorporando às lendas populares, evoca nos leitores uma liberdade imemorial, que não pode ser arrebatada. E tão presente. Tão familiar e necessária.

6 — A Divina Comédia, Dante Alighieri, 1321

A Divina Comedia

Texto fundador da língua italiana, súmula da cosmovisão de toda uma época, monumento poético de rigor e beleza, obra magna da literatura universal. É fato que a “Comédia” merece esses e muitos outros adjetivos de louvor, incluindo o “divina” que Boccaccio lhe deu já no século 14. Mas também é certo que, como bom clássico, este livro reserva a cada novo leitor a prazerosa surpresa de renascer revigorado, como vem fazendo de geração em geração há quase 700 anos.

7 — Em Busca do Tempo Perdido, Marcel Proust, 1913

Em Busca do Tempo Perdido

Ciclo de sete romances do escritor francês, inter-relacionados e com um só narrador, dos quais os três últimos são póstumos: “O Caminho de Swann”, “À Sombra das Raparigas em Flor”, “O Caminho de Guermantes”, “Sodoma e Gomorra”, “A Prisioneira”, “A Fugitiva” e “O Tempo Redescoberto”. São dezenas de personagens que se cruzam em histórias de amor, ciúmes e inveja, na França da Belle Époque. A narrativa vai passando do detalhe ao painel e do painel ao detalhe sem projeções definidas, num constante reajuste de tudo aquilo que nunca será perfeitamente ajustado. A obra é um retrato da sociedade de uma época, um mergulho no universo da burguesia francesa que permite que o leitor sinta as divergências entre nobres e burgueses.

8 — O Som e a Fúria, William Faulkner, 1929

O Som e a Furia

Este romance, finalizado em 1929, marca o início da chamada “segunda fase” da carreira de William Faulkner (1897-1962) e é considerado sua obra mais importante. Vinte anos depois, o autor se consagraria definitivamente, ao receber o Prêmio Nobel de Literatura. O ambiente da escritura de Faulkner é o sul dos Estados Unidos, escravocrata e derrotado na Guerra da Secessão. O som e a fúria narra a agonia de uma família da velha aristocracia sulista, os Compson, entre os dias 2 de julho de 1910 e 8 de abril de 1928. Um apêndice, acrescentado pelo escritor em 1946, fornece outras informações sobre a história dos Compson entre 1699 e 1945. Assim, é possível afirmar que o grande personagem desta obra-prima é o tempo, o que lhe confere interesse universal.

9 — O Homem sem Qualidades, Robert Musil, 1930-1943

O Homem sem Qualidades

Nesta que é considerada uma das obras literárias mais importantes do século 20, o autor Robert Musil tece uma intrincada trama centralizada em Ulrich. O personagem principal vive diversas experiências, viaja ao exterior e, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, retorna a Viena. Também, convive com os mais diversos tipos humanos, matéria de que se ocupa boa parte do livro. Esta obra de difícil classificação mostra, sobretudo, a decadência dos valores vigentes até o início do século 20, marcando a perda de posição da Europa na decisão dos rumos políticos e econômicos mundiais.

10 — O Processo, Franz Kafka, 1925

O Processo

A história de Josef K. atravessa os anos sem perder nada do seu vigor. Ao contrário, a banalização da violência irracional no século 20 acrescentou a ela o fascínio dos romances realistas. Na sua luta para descobrir por que o acusam, por quem é acusado e que lei ampara a acusação, K. defronta permanentemente com a impossibilidade de escolher um caminho que lhe pareça sensato ou lógico, pois o processo de que é vítima segue leis próprias: as leis do arbítrio.

11 — Crime e Castigo, Fiódor Dostoiévski, 1866
12 — Anna Kariênina, Liev Tolstói, 1877
13 — Édipo Rei, Sófocles, 427 a.c.
14 — 1984, George Orwell, 1949
15 — O Castelo, Franz Kafka, 1926
16 — Ilíada e Odisseia, Homero, século 8 a.c.
17 — A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Tristram Shandy, Laurence Sterne, 1759
18 — Doutor Fausto, Thomas Mann, 1947
19 — Lolita, Vladímir Nabókov, 1955
20 — Enquanto Agonizo, William Faulkner, 1930
21 — A Morte de Virgílio, Hermann Broch, 1945
22 — Os Lusíadas, Luís de Camões, 1572
23 — O Homem Invisível, Ralph Ellison, 1952
24 — Hamlet, William Shakespeare, 1603
25 — Finnegans Wake, James Joyce, 1939
26 — Rumo ao Farol, Virginia Woolf, 1927
27 — Grande Sertão: Veredas (1956)
28 — Pedro Páramo, Juan Rulfo, 1955
29 — As Três Irmãs, Anton Tchekhov, 1901
30 — Orgulho e Preconceito, Jane Austen, 1813
31 — O Leopardo, Tomaso di Lampedusa, 1958
32 — Pais e Filhos, de Ivan Turguêniev, 1862
33 — Contos da Cantuária, Geoffrey Chaucer, século 15
34 — As Viagens de Gulliver, Jonathan Swift, 1726
35 — Middlemarch, George Eliot, 1874
36 — O Apanhador no Campo de Centeio, J. D. Salinger, 1951
37 — O Lobo da Estepe, Herman Hesse, 1927
38 — O Grande Gatsby, Scott Fitzgerald, 1925
39 — O Mestre e Margarida, Mikhail Bulgákov, 1940
40 — As Vinhas da Ira, John Steinbeck, 1939
41 — Memórias de Adriano, Marguerite Yourcenar, 1951
42 — Paralelo 42, John dos Passos, 1930
43 — Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley, 1932
44 — As Asas da Pomba, Henry James, 1902
45 — O Jogo da Amarelinha, Julio Cortázar, 1963
46 — A Náusea, Jean-Paul Sartre, 1938
47 — A Peste, Albert Camus, 1947
48 — Folhas de Relva, Walt Whitman, 1855
49 — Memorial do Convento, José Saramago, 1982
50 — A Invenção de Morel, Adolfo Bioy Casares, 1940
51 — O Tambor, Günter Grass, 1959
52 — Retrato do Artista quando Jovem, James Joyce, 1917
53 — José e Seus Irmãos, Thomas Mann, 1933-1943
54 — Doutor Jivago, Boris Pasternak, 1957
55 — A Cidade e as Serras, Eça de Queirós, 1901
56 — O Estrangeiro, Albert Camus, 1942
57 — Otelo, William Shakespeare, 1622
58 — O Príncipe, Nicolau Maquiavel, 1532
59 — O Amante de Lady Chatterley, D.H. Lawrence, 1928
60 — Os Cantos, Ezra Pund, 1948
61 — A Consciência de Zeno, Italo Svevo, 1923
62 — On The Road, Jack Kerouac, 1957
63 — O Senhor dos Anéis, J.R.R. Tolkien, 1954
64 — A Terra Desolada, T. S. Eliot, 1922
65 — A Origem das Espécies, Charles Darwin, 1859
66 — A Laranja Mecânica, Anthony Burgess, 1962
67 — Luz em Agosto, William Faulkner, 1932
68 — O Coração das Trevas, Joseph Conrad, 1902
69 — Madame Bovary, Gustave Flaubert, 1856
70 — O Paraíso Perdido, John Milton, 1667
71 — Rei Lear, William Shakespeare, 1608
72 — Por Quem os Sinos Dobram, Ernest Hemingway, 1940
73 — Eneida, Virgílio, 19 a.c.
74 — Matadouro 5, Kurt Vonnegut, 1969
75 — A Sangue Frio, Truman Capote, 1965
76 — Histórias, Heródoto, 440 a.c.
77 — Moby Dick, de Herman Melville, 1851
78 — Mrs. Dalloway, Virgínia Woolf, 1925
79 — Lord Jim, Joseph Conrad, 1900
80 — Ardil 22, Joseph Heller, 1961
81 — A Amada, Toni Morrison, 1987
82 — O Capital, Karl Marx, 1867
83 — As Aventuras de Huckleberry Finn, Mark Twain, 1885
84 — A Revolução dos Bichos, George Orwell, 1945
85 — Ficções, Jorge Luis Borges, 1944
86 — Frankenstein, Mary Shelley, 1818
87 — O Sol Também se Levanta, Ernest Hemingway, 1926
88 — Corre, Coelho, John Updike, 1960
89 — O Vermelho e o Negro, Stendhal, 1830
90 — O Complexo de Portnoy, Philip Roth, 1969
91 — Os Três Mosqueteiros, Alexandre Dumas, 1844
92 — A Interpretação dos Sonhos, Sigmund Freud, 1900
93 — Trópico de Câncer, Henry Miller, 1934
94 — Pergunte ao Pó, John Fante, 1939
95 — Reparação, Ian McEwan, 2001
96 — Os Miseráveis, Victor Hugo, 1862
97 — Meridiano de Sangue, Cormac McCarthy, 2008
98 — Sonetos, William Shakespeare, 1609
99 — Desonra, J. M. Coetzee, 1999
100 — O Deserto dos Tártaros, Dino Buzzati, 1940

Fonte: Revista Bula


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Leitores São Mais Sábios, Compreensivos e Bons Parceiros

Os leitores têm acesso a centenas de almas e coletam sabedoria de todas elas. Isso faz deles pessoas melhores.

Leitora - Livraria Roveran

Para quem gosta de leitura, ler um livro é um prazer. O processo de leitura de quem gosta de ler e de quem lê por obrigação é muito diferente. Quem tem a leitura como uma de suas atividades mais prazerosas esquece do mundo quando abre um livro e mergulha de cabeça no enredo. Chora e ri com o personagem, lê avidamente, mas ao mesmo tempo não quer que o livro termine, pois não quer se desapegar dos personagens… E quando finalmente termina o livro, fica pensativo, totalmente imerso na história, no que aprendeu com os personagens e sente que ganhou algo, mas que também perdeu…

De acordo com Annie Murphy Paul, da revista TIME, esse momento é chamado de deep reading (leitura profunda), uma prática que está próxima da extinção agora que a maioria das pessoas estão folheando mais e lendo menos. A pior parte dessa extinção eminente é que os leitores provam ser mais legais e espertos do que os seres humanos que não leem.

Estudo ‘O que a Leitura faz pela Mente’

De acordo com esse estudo, liderado por Anne E. Cunningham, da Universidade de Berkeley, na Califórnia, a leitura fornece uma lição de vocabulário que as crianças nunca obteriam na escola. Segundo Cunningham, leitores são mais inteligentes devido ao seu vocabulário aprimorado e às habilidades de memorização, juntamente com sua habilidade de reconhecer padrões. Eles têm funções cognitivas mais altas do que as pessoas que não leem e podem comunicar-se de forma mais eficaz e completa.

Encontrar um parceiro que gosta de ler é como namorar um milhão de almas, segundo Cunningham. Uma das partes vai ganhar a experiência que o parceiro ganhou de tudo que ele já leu e a sabedoria que vem dessas experiências. É como namorar um romântico, um professor e um explorador de conhecimento.

Estudos de 2006, 2009 e 2010

De acordo com estudos publicados em 2006 e 2009 por Raymond Mar, psicólogo da York University, no Canadá, e Keith Oatley, professor de Psicologia Cognitiva na Universidade de Toronto, aqueles que leem ficção são capazes de ter mais empatia e teoria da mente, que é a habilidade de manter opiniões, crenças e interesses à parte de suas próprias crenças e opiniões. Os leitores podem considerar as ideias de outras pessoas, sem rejeitá-las e ainda manter as suas próprias.

Ainda segundo o estudo, essa habilidade é uma característica que todos os seres humanos têm desde o nascimento, mas que requer diferentes níveis de experiências sociais para se concretizar e essa pode ser provavelmente a razão pela qual o último parceiro de algumas pessoas pode ser considerado um narcisista.

Leitores são pessoas melhores – conheça a história do desconhecido que deu seu Kindle para um morador de rua – porque já viveram a vida de outras pessoas através de olhos abstratos, eles aprenderam como é deixar seus corpos e ver o mundo através de outros prismas. Eles tiveram acesso a centenas de almas e coletaram sabedoria de todas elas. Eles viram coisas que as pessoas que não leem nunca vão entender e vivenciaram mortes de pessoas que só eles conhecem. Eles sabem o que é ser um homem e uma mulher, e como é assistir ao sofrimento de uma pessoa.

Outro estudo publicado em 2010, por Raymond Mar, reforça essa ideia com resultados que provam que quanto mais história é lida para uma criança, mais aguçada se torna sua “teoria da mente” e ela se torna uma criança com mais sabedoria, capacidade de adaptação e de compreensão. A leitura molda o leitor ao personagem e faz com que cada lição, triunfo e tensão do personagem se torne sua.

Fonte: Blasting News


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Fundação Bradesco oferece mais de 80 cursos online gratuitos

Quer turbinar o seu currículo e se aperfeiçoar em novas áreas? Você pode escolher uma das mais de 80 opções de cursos online oferecidos pela Fundação Bradesco. O estudante deve acessar o portal da Escol@ Virtual e preencher um formulário de inscrição.

fundação bradescoTodos os cursos são totalmente gratuitos. As opções estão dentro dos seguentes temas: administração; aperfeiçoamento/comportamental; banco de dados; desenvolvimento de aplicativos; gestão e governança; e informática. Clique aqui para conhecer as disciplinas.

Depois de confirmar os dados por e-mail, é hora de começar a estudar. Você tem 15 dias corridos para concluir o curso. As aulas são divididas em módulos e há um teste para a liberação do certificado. A nota mínima deve ser 7,0.

Fonte: Catraca Livre


 

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Microsoft oferece 15 cursos online e gratuitos em português

O Centro de Treinamento da Microsoft oferece 15 cursos online para os apaixonados em TI (tecnologia da informação), desenvolvedores e estudantes interessados na área. Se você é um deles, saiba que todo o material é gratuito e em português, criado por profissionais da própria gigante. Também é possível optar pelos treinamentos da Microsoft Virtual Academy. Confira a lista de cursos e turbine seus conhecimentos.

microsoft foto

São 15 cursos online para turbinar seu currículo:

1. Aprenda como licenciar seu ambiente

2. Aumentando a segurança em ambientes Microsoft

3. Business Intelligence: transformando seus dados em informação

4. Configurando o Windows 7

5. Implantando e Gerenciando o Windows Intune

6. Implantando Windows 7 e Office 2010 – Preparatório para a certificação 70-681

7. Implementação de nuvem privada

8. Microsoft Small Business Server 2011

9. Migração para Windows Server 2008 R2

10. SQL Server 2008 R2: uma plataforma de dados completa

11. System Center Configuration Manager 2007 SP2 e R3

12. System Center Operations Manager 2007 R2

13. VDI e MED-V

14. Virtualização Microsoft para Administradores Vmware

15. Windows Server AppFabric

Fonte: Catraca Livre


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Coursera lança cursos gratuitos em português ministrados pela USP e Unicamp

As duas universidades mais conceituadas do Brasil, USPUnicamp, ministram aulas em português inéditas na plataforma de ensino online Coursera. Para quem ainda não conhece, o serviço conta com 12 milhões de usuários no mundo e oferece gratuitamente mais de mil cursos de instituições renomadas como Yale, Stanford, Princeton, Universidade de Londres, Universidade de Michigan, entre outras.

No momento, cinco cursos estão disponíveis em português nos próximos meses, nas áreas da engenharia, contabilidade e ensino. Outros dois, mais populares, estão disponíveis com tradução de todo o conteúdo para o português, das videoaulas ao material suplementar, criando uma experiência de aprendizado ampla. Confira abaixo:

1. Processamento Digital de Sinais – Amostragem, Unicamp (início em 5 de maio)

2. O Empreendedorismo e as Competências do Empreendedor, Unicamp (início em 27 de julho)

3. História da Contabilidade, USP (início em 19 de maio)

4. Fundamentos e Linguagem de Negócios: Contabilidade (The Blue Side Up), USP (início em 27 de agosto)

5. Gestão para Aprendizagem: Módulo de Gestão Estratégica, Fundação Lemann (início a partir de 15 de maio)

6. Aprendendo a Aprender: Ferramentas Mentais Poderosas para Ajudá-lo a Dominar Assuntos Difíceis, Universidade da Califórnia, San Diego (início a qualquer momento)

7. Negociações de Sucesso: Estratégias e Habilidades Essenciais, Universidade de Michigan (início a qualquer momento)

Vale reforçar que todos os cursos são gratuitos e os alunos têm a oportunidade de obter certificados (Verified Certificate)  mediante o pagamento de uma taxa de US$ 85 ou cerca de R$ 300.

Fonte: Catraca Livre

Ouça um Trecho do Livro: O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Idiota – Olavo de Carvalho

“O espírito e a razão educam os sentimentos. Os sentimentos do homem amadurecido pelo espírito e pela razão são diferentes dos do homem imaturo, porque aquele ama o que deve amar e odeia o que deve odiar, enquanto o segundo ama ou odeia às tontas, segundo as inclinações arbitrárias da sua subjetividade moldada pelas pressões e atrativos do meio social.

Mas o que atrai a alma para a abertura ao espírito e à razão é a esperança, e o despertar da esperança é um mistério. Homens submetidos à mais dura opressão e aos mais tormentosos sofrimentos conservam sua esperança, enquanto outros a perdem à primeira frustração de um desejo tolo. A esperança não está sob o nosso controle. Seu advento depende do espírito mesmo, que sopra onde quer. Todos os enredos humanos, da vida e da ficção, giram em torno do mistério da esperança.

A esperança, a fé e a caridade educam os sentimentos para o amor ao que deve ser amado. O culto idolátrico dos sentimentos é um egocentrismo cognitivo, um complexo de Peter Pan que recusa a maturidade. Quanto mais o homem busca afirmar sua liberdade por meio da adesão cega a seus sentimentos e desejos, mais se torna escravo da tagarelice ambiente. O caminho da liberdade é para cima, não para baixo. Libertar-se não é afirmar-se: é transcender-se.”

O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Idiota – Olavo de Carvalho

Leitor: Clovis Junior

Um pouco sobre Olavo de Carvalho:

olavo-blogOlavo Luiz Pimentel de Carvalho (Campinas, 29 de abril de 1947) é filósofo, conferencista, ensaísta, e autor brasileiro, atuando nas áreas do jornalismo e filosofia.

Olavo de Carvalho é um grande filósofo, um consagrado escritor e o jornalista de maior influência no Brasil hoje, atualmente escreve para o jornal Diário do Comércio da Associação Comercial de São Paulo e se comunica com seus seguidores através das redes sociais.

É autor de vários livros, incluindo O Jardim das Aflições, O Imbecil Coletivo, O Futuro do Pensamento Brasileiro, entre outros. Além de ser fundador e editor-chefe do MídiaSemMáscara, possui dois websites: http://www.olavodecarvalho.org e http://www.seminariodefilosofia.org.

Um pouco sobre o livro O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Idiota:

capa-do-livro-olavoEscritos entre 1997 e 2013 e publicados em diferentes jornais e revistas do país, os 193 textos aqui selecionados esmiúçam os fatos do cotidiano – as notícias, o que nelas fica subentendido, ou que delas passa omitido – para afinal destrinchar, sem dó, a mentalidade brasileira e sua progressiva inclinação pelo torpor e pela incompreensão.

Há tempos a obra jornalística de Olavo de Carvalho merecia uma leitura reunida como esta.

Esta obra é um divisor de águas para muita gente, aqueles que apenas leram a propaganda política que se faz na mídia brasileira e que apresentada sob falso título de notícia, tem nesta obra uma nova perspectiva para abordagem de assuntos mais diversos debatidos cotidianamente nas pautas sociais e políticas.

Um pouco sobre o leitor Clovis Junior:

clovis juniorClovis tem 28 anos, é engenheiro, mora em São Paulo e trabalha na administração de uma loja.

“Meu sonho é ter a vida dedicada à uma causa nobre. Saber que a minha vida foi dedicada à ajuda na construção de algo bom.” – Clovis Junior

 

É possível contatá-lo através de seu perfil no Facebook clicando aqui, ou procurando pelo nome completo.


Leia e envie também o trecho do seu livro favorito para o whatsApp (11) 95331-2459 !

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