Ouça um Trecho do Livro: Elogio da Loucura – Erasmo de Rotterdam

“Todos sabem que a infância é a idade mais alegre e agradável. Mas, que é que torna os meninos tão amados? Que é que nos leva a beijá-los, abraçá-los e amá-los com tanta afeição? Ao ver esses pequenos inocentes, até um inimigo se enternece e os socorre. Qual é a causa disso? É a natureza, que, procedendo com sabedoria, deu às crianças um certo ar de loucura, pelo qual elas obtêm a redução dos castigos dos seus educadores e se tornam merecedoras do afeto de quem as tem ao seu cuidado. Ama-se a primeira juventude que se sucede à infância, sente-se prazer em ser-lhe útil, iniciá-la, socorrê-la. Mas, de quem recebe a meninice os seus atrativos? De quem, se não de mim, que lhe concedo a graça de ser amalucada e, por conseguinte, de gozar e de brincar? Quero que me chamem de mentirosa, se não for verdade que os jovens mudam inteiramente de caráter logo que principiam a ficar homens e, orientados pelas lições e pela experiência do mundo, entram na infeliz carreira da sabedoria. Vemos, então, desvanecer-se aos poucos a sua beleza, diminuir a sua vivacidade, desaparecerem aquela simplicidade e aquela candura tão apreciadas. E acaba por extinguir-se neles o natural vigor.

Por tudo isso, observai, senhores, que, quanto mais o homem se afasta de mim, tanto menos goza dos bens da vida, avançando de tal maneira nesse sentido que logo chega à fastidiosa e incômoda velhice, tão insuportável para si como para os outros. E, já que falamos de velhice, não fiqueis aborrecidos se por um momento chamo para ela a vossa atenção. Oh! como os homens seriam lastimáveis sem mim, no fim dos seus dias! Mas, tenho pena deles e estendo-lhes a mão. Não raro, as divindades poéticas socorrem piedosamente, com o divino segredo da metamorfose, os que estão prestes a morrer: Fetonte transforma-se em cisne, Alcion em pássaro, etc. Também eu, até certo ponto, imito essas benéficas divindades. Quando a trôpega velhice coloca os homens à beira da sepultura, então, na medida do que sei e do que posso, eu os faço de novo meninos. De onde o provérbio: Os velhos são duas vezes crianças.

Perguntar-me-eis, sem dúvida, como o consigo. Da seguinte forma: levo essas caducas cabeças ao nosso Letes e faço-as beber a grandes goles a água do Esquecimento. E é assim que dissipam insensivelmente as suas mágoas e recuperam a juventude. Alegar-se-á, contudo, que deliram e enlouquecem: pois é isso mesmo, justamente nisso consiste o tornar a ser criança. O delírio e a loucura não serão, talvez, próprios das crianças? Que é que, a vosso ver, mais agrada nas crianças? A falta de juízo.”

Elogio da Loucura – Erasmo de Rotterdam

Leitor: Ezequiel Spina

Um pouco mais sobre Erasmo de Rotterdam:

Erasmo RotterdamErasmo de Rotterdam (28 de outubro1 de 1466 — Basileia, 12 de julho de 1536) foi um teólogo e um humanista neerlandês que viajou por toda a Europa.

Cursou o seminário com os monges agostinianos e realizou os votos monásticos aos 25 anos, vivendo como tal, sendo um grande crítico da vida monástica e das características que julgava negativas na Igreja Católica. Frequentou o Collège Montaigu, em Paris, e continuou seus estudos na Universidade de Paris, então o principal centro da escolástica, apesar da influência crescente do Renascimento da cultura clássica, que chegava de Itália. Erasmo optou por uma vida de académico independente de país, de laços académicos, de lealdade religiosa e de tudo que pudesse interferir com a sua liberdade intelectual e sua expressão literária.

Os principais centros da sua atividade foram Paris, Lovaina, Inglaterra e Basileia, sem nunca pertencer firmemente a nenhum destes locais. O tempo passado na Inglaterra foi frutífero, fez amizades para a vida com os líderes ingleses, mesmo nos dias tumultuosos do rei Henrique VIII: John Colet, Thomas More, John Fisher, Thomas Linacre e Willian Grocyn. Na Universidade de Cambridge foi o professor de Teologia de Lady Margaret e teve a opção de passar o resto de sua vida como professor de inglês. Ele esteve no Queens’ College, em Cambridge, e é possível que tenha sido alumnus.

Foram-lhe oferecidas várias posições de honra e proveito através do mundo académico, mas declinou-as todas, preferindo a incerteza, tendo no entanto receitas suficientes da sua actividade literária independente. Entre 1506 e 1509 esteve na Itália. Passou ali uma parte do seu tempo na casa editorial de Aldus Manutius, em Veneza. De acordo com suas cartas, ele esteve associado com o filósofo natural veneziano, Giulio Camillo, além deste, ele teve uma associação com académicos italianos menos ativa do que se esperava.

A sua residência em Lovaina expôs Erasmo a muitas críticas mesquinhas por parte daqueles que eram hostis aos princípios do progresso literário e religioso aos quais ele devotava a vida. Ele interpretava esta falta de simpatia como uma perseguição e procurou refúgio em Basileia, onde, sob abrigo de hospitalidade suíça, pôde expressar-se livremente e estava rodeado de amigos. Foi lá que esteve associado por muitos anos com o grande editor Froben, e onde uma multidão de admiradores de quase todos os cantos da Europa o vieram visitar.

Um pouco mais sobre o livro Elogio da Loucura:

elogio da loucura capaO Elogio da Loucura é um ensaio escrito em 1509 por Erasmo de Rotterdam e publicado em 1511. O Elogio da Loucura é considerado um dos mais influentes livros da civilização ocidental e um dos catalisadores da Reforma Protestante.

O livro começa com um aspecto satírico para depois tomar um aspecto mais sombrio, em uma série de orações, já que a loucura aprecia a auto-depreciação, e passa então a uma apreciação satírica dos abusos supersticiosos da doutrina católica e das supostas práticas corruptas da Igreja Católica Romana. O ensaio termina com um testamento claro e por vezes emocionante dos ideais cristãos.

Um pouco sobre o leitor Ezequiel Spina:

ezequiel spinaEstudante e entusiasta a 21 anos, das áreas de Psicologia, Psicanálise, PNL, Engenharia Social, Filosofia, Física Quântica, Somatopsicodinâmica, Fisiognomonia e PNL.

Formado em Hipnose Clínica, e dono de 6 especializações na área clínica, sendo elas tratamento de Dores, Fobia, Ansiedade, Emagrecimento, Traumas e Adicção (vícios). Atua na área como Hipnólogo Clínico, Palestrante e Ministra cursos de hipnose clínica.

“Pretendo mudar o mundo uma pessoa por vez, pois cada pessoa sadia melhora sua família e seu círculo social” – Afirma Ezequiel

Para mais informações sobre tratamento, cursos e palestras, segue o contato do whatsApp (11) 963-941-631.

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Ouça um Trecho do Livro: O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Idiota – Olavo de Carvalho

“O espírito e a razão educam os sentimentos. Os sentimentos do homem amadurecido pelo espírito e pela razão são diferentes dos do homem imaturo, porque aquele ama o que deve amar e odeia o que deve odiar, enquanto o segundo ama ou odeia às tontas, segundo as inclinações arbitrárias da sua subjetividade moldada pelas pressões e atrativos do meio social.

Mas o que atrai a alma para a abertura ao espírito e à razão é a esperança, e o despertar da esperança é um mistério. Homens submetidos à mais dura opressão e aos mais tormentosos sofrimentos conservam sua esperança, enquanto outros a perdem à primeira frustração de um desejo tolo. A esperança não está sob o nosso controle. Seu advento depende do espírito mesmo, que sopra onde quer. Todos os enredos humanos, da vida e da ficção, giram em torno do mistério da esperança.

A esperança, a fé e a caridade educam os sentimentos para o amor ao que deve ser amado. O culto idolátrico dos sentimentos é um egocentrismo cognitivo, um complexo de Peter Pan que recusa a maturidade. Quanto mais o homem busca afirmar sua liberdade por meio da adesão cega a seus sentimentos e desejos, mais se torna escravo da tagarelice ambiente. O caminho da liberdade é para cima, não para baixo. Libertar-se não é afirmar-se: é transcender-se.”

O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Idiota – Olavo de Carvalho

Leitor: Clovis Junior

Um pouco sobre Olavo de Carvalho:

olavo-blogOlavo Luiz Pimentel de Carvalho (Campinas, 29 de abril de 1947) é filósofo, conferencista, ensaísta, e autor brasileiro, atuando nas áreas do jornalismo e filosofia.

Olavo de Carvalho é um grande filósofo, um consagrado escritor e o jornalista de maior influência no Brasil hoje, atualmente escreve para o jornal Diário do Comércio da Associação Comercial de São Paulo e se comunica com seus seguidores através das redes sociais.

É autor de vários livros, incluindo O Jardim das Aflições, O Imbecil Coletivo, O Futuro do Pensamento Brasileiro, entre outros. Além de ser fundador e editor-chefe do MídiaSemMáscara, possui dois websites: http://www.olavodecarvalho.org e http://www.seminariodefilosofia.org.

Um pouco sobre o livro O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Idiota:

capa-do-livro-olavoEscritos entre 1997 e 2013 e publicados em diferentes jornais e revistas do país, os 193 textos aqui selecionados esmiúçam os fatos do cotidiano – as notícias, o que nelas fica subentendido, ou que delas passa omitido – para afinal destrinchar, sem dó, a mentalidade brasileira e sua progressiva inclinação pelo torpor e pela incompreensão.

Há tempos a obra jornalística de Olavo de Carvalho merecia uma leitura reunida como esta.

Esta obra é um divisor de águas para muita gente, aqueles que apenas leram a propaganda política que se faz na mídia brasileira e que apresentada sob falso título de notícia, tem nesta obra uma nova perspectiva para abordagem de assuntos mais diversos debatidos cotidianamente nas pautas sociais e políticas.

Um pouco sobre o leitor Clovis Junior:

clovis juniorClovis tem 28 anos, é engenheiro, mora em São Paulo e trabalha na administração de uma loja.

“Meu sonho é ter a vida dedicada à uma causa nobre. Saber que a minha vida foi dedicada à ajuda na construção de algo bom.” – Clovis Junior

 

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Ouça um Trecho do Livro: Democracia na América – Alexis de Tocqueville

“A utilidade do saber se descobre com uma clareza especial, inclusive aos olhos das pessoas do povo, os que não se deleitam com seus encantos apreciam seus efeitos, e fazem alguns esforços para alcança-lo.”

Da Democracia na América – Alexis de Tocqueville

Leitor: Marco Antonio Migorança

Um pouco sobre Alexis de Tocqueville:

alexis de tocquevilleAlexis-Charles-Henri Clérel, visconde de Tocqueville, dito Alexis de Tocqueville (29 de julho de 1805 — 16 de abril de 1859) foi um pensador político, historiador e escritor francês.

Tornou-se célebre por suas análises da Revolução Francesa, cuja pertinência foi destacada por François Furet, da democracia americana e da evolução das democracias ocidentais em geral.

Raymond Aron pôs em evidência sua contribuição à sociologia.

Um pouco sobre o livro Da Democracia na América:

da-democracia-na-americaDa democracia na América é um texto clássico de autoria de Alexis de Tocqueville lançado em 1835. Aborda os Estados Unidos dos anos 30 do século XIX, as suas virtudes e defeitos.

Alexis De Tocqueville e Gustave Beaumont, ambos aristocratas franceses, foram enviados pelo governo francês em 1831 para estudar o sistema prisional americano. Chegaram a Nova Iorque em Maio desse ano e passaram nove meses em viagem pelos Estados Unidos, tomando notas não só acerca das prisões, mas sobre todos os aspectos da sociedade norte americana, incluindo a sua economia e o seu sistema político, único no mundo.

Após o retorno à França, em fevereiro de 1832, os dois autores enviaram seus relatórios penais ao governo; Beaumont escreveria ainda um romance sobre relações raciais nos Estados Unidos. Mas seria a obra de Tocqueville, que foi impressa inúmeras vezes no século XIX, que se tornou um clássico. A política americana fascinou-o e ele cativou o sentido de dedicação das pessoas comuns ao processo político.

Um pouco sobre Marco Antonio Migorança:

marco antonio migorançaMarcos tem 33 anos, é natural de São Paulo, proprietário da Streaming Brasil, atende emissoras de Rádio e TV, Web Rádios e entusiastas de Rádio e TV.

“Sonho pessoal, tenho um monte, mas sonho a nível secular, é ver o Brasil desfrutar de liberdade, democracia, ser prospero e ao mesmo tempo alegre”

 

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Ouça um Trecho do Livro: Bíblia – Apóstolo João

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.”

Bíblia – João 3:16,17

Leitor: Lazaro Macedo

Um pouco sobre o Apóstolo João:

joaoSão João Evangelista ou Apóstolo João, foi um dos doze apóstolos de Jesus e além do Evangelho segundo João, também escreveu as três epístolas de João (1, 2, e 3) e o livro do Apocalipse.

João seria o mais novo dos 12 discípulos, tinha provavelmente cerca de vinte e quatro anos de idade à altura do seu chamado por Jesus. Consta que seria solteiro e vivia com os seus pais em Betsaida. Era pescador de profissão, consertava as redes de pesca. Trabalhava junto com seu irmão Tiago Maior, e em provável sociedade com André e Pedro.

As heranças deixadas nos escritos de João, demonstram uma personalidade extraordinária. De acordo com as descrições ele seria imaginativo nas suas comparações, pensativo e introspectivo nas suas dissertações e pouco falador como discípulo. É notório o seu amadurecimento na fé através da evolução da sua escrita.

Um pouco sobre o livro Bíblia Sagrada:

biblia sagradaA Bíblia (do grego βίβλια, plural de βίβλιον, transl. bíblion, “rolo” ou “livro”) é uma coleção de textos religiosos de valor sagrado para o Cristianismo, em que a interpretação religiosa do motivo da existência do homem na Terra sob a perspectiva judaica é narrada por humanos. É considerada pelos cristãos como divinamente inspirada, sendo que se trata de um documento doutrinário. Foi a Igreja Católica quem compilou a Bíblia, definindo quais seriam os livros inspirados, que por sua vez entraram no Cânon Bíblico. Posteriormente, os demais grupos cristãos que surgiram também adotaram a Bíblia como Livro Sagrado.

Segundo a tradição, aceita pela maioria dos cristãos, a Bíblia foi escrita por 40 autores, entre 1500 e 450 a.C. (livros do Antigo Testamento) e entre 45 e 90 d.C. (livros do Novo Testamento), totalizando um período de quase 1600 anos. A maioria dos historiadores acredita que a data dos primeiros escritos considerados sagrados é bem mais recente: por exemplo, enquanto a tradição cristã coloca Moisés como o autor dos primeiros cinco livros da Bíblia (Pentateuco), muitos estudiosos aceitam que foram compilados pela primeira vez apenas após o exílio babilônico, a partir de outros textos datados entre o décimo e o quarto século antes de Cristo. Muitos estudiosos também afirmam que ela foi escrita por dezenas de pessoas oriundas de diferentes regiões e nações.

Segundo uma interpretação literal do Gênesis (primeiro livro da Bíblia), o homem foi criado por Deus a partir do pó, após os céus e a terra, entre seis e oito mil anos atrás, e ganhou a vida após Deus soprar o fôlego da vida em suas narinas.

É o livro mais vendido de todos os tempos com mais de seis bilhões de cópias em todo o mundo, uma quantidade sete vezes maior que o número de cópias do 2º colocado da lista dos livros mais vendidos.

Um pouco sobre o leitor Lazaro Macedo:

lazaro macedo 2Lazaro tem 24 anos, é natural de João Pessoa, é analista de sistemas no Atacadão dos Eletros, cursa ensino superior em análise de sistemas na IESP FATEC.

“Fazer missões é propagar os ensinamentos de Cristo. É obedecer ao que é considerado por nós, cristãos, um dos principais mandamentos de Cristo. Levando para os enfermos e necessitados o pão da vida. A verdade que nos levar ao caminho da salvação.”

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Ouça um Trecho do Livro: Política da Prudência – Russell Kirk

“A ideologia, em suma, é uma fórmula política que promete um paraíso terreno à humanidade; mas, de fato, o que a ideologia criou foi uma série de infernos na Terra.”

Política da Prudência – Russell Kirk

Leitor: Matheus Noronha Sturari

Um pouco sobre Russel Kirk:

russel kirkRussell Kirk (19 de outubro de 1918 – 29 de abril de 1994) foi um filósofo político, historiador, crítico social, crítico literário, e autor literário conhecido pela sua influência no conservadorismo americano durante o século XX.

Seu livro, The Conservative Mind, publicado em 1953, deu forma ao movimento conservador pós-Segunda Guerra Mundial. Na obra é estudado o desenvolvimento do pensamento conservador na tradição anglo-americana, dando especial atenção às idéias de Edmund Burke.

Um pouco sobre o livro Política da Prudência:

capa - política da prudênciaAo longo de toda a carreira, Russel Kirk esteve no meio das controvérsias de sua época. Em A Política da Prudência, Kirk esforça-se por defender uma verdadeira “política prudencial” conservadora em oposição à “política ideológica” fomentada pelos que se tinham identificado como conservadores aliados, incluindo libertários e neoconservadores. Kirk expõe dez princípios, acontecimentos, livros e pensadores que definiram a mentalidade e a alma conservadoras. Também analisa as dificuldades apresentadas aos conservadores pelo aumento da centralização política e econômica, por políticas internacionais imprudentes, pela deterioração educacional e por outros sintomas de decadência cultural. Ao comemorar os vinte anos de lançamento de A Política da Prudência, a editora É Realizações traz, para o público de língua portuguesa, a presente edição crítica e anotada com a apresentação de Alex Catharino, introdução de Mark C. Henrie, e ensaios de Bruce Frohnen, Gerhart Niemeyer e Edward E. Ericson Jr.

Um pouco sobre o leitor Matheus Noronha Sturari:

matheusMatheus tem 21 anos, é natural de São Paulo, foi membro do corpo jurídico do Itaú por um ano e meio, e estudante de direito na FMU.

“Meu sonho é viver em um lugar tranquilo, preferencialmente no interior. Se possível no Brasil, mas um Brasil mudado, não o de hoje, e creio que ainda há tempo de reverter a revolução cultural que vivemos. Me imagino com certa estabilidade econômica, com família em um local seguro e tranquilo, onde possa apreciar pequenas coisas. A preferência é no Brasil, mas países como EUA e alguns nórdicos me chamam bastante atenção.”

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