Há Dois Mil Anos – Chico Xavier

Quer saber como foi um encontro com o mestre Jesus Cristo que ecoou pelos séculos? Chico Xavier conta!

livro ha dois mil anos - chico xavier

Francisco Cândido Xavier nasceu em Pedro Leopoldo, Minas Gerais em 2 de abril de 1910 e faleceu em Uberaba, Minas Gerais 30 de junho de 2002, foi médium, filantropo, vendedor, tecelão e datilógrafo. Psicografou mais de 450 livros e vendeu mais de 50 milhões de exemplares, se consagrou como o escritor brasileiro de maior sucesso da história e sempre cedeu direitos autorais para instituições de caridade, e psicografou cerca de 10 mil cartas e jamais cobrou do destinatário.

Foi reconhecido como maior líder espiritual do Brasil e é uma das personalidades mais admiradas e aclamadas no país, como exemplo de fé e caridade. Foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz em 1981 e 1982, com mais de 2 milhões de assinaturas a seu favor, em 2012 foi eleito O Maior Brasileiro de Todos os Tempos no concurso feito pelo SBT e pela BBC.

Neste livro, Chico Xavier conta uma história impressionante:

“Às margens do lago Genesaré, Públio Lentulus (Emmanuel) teve um encontro com Cristo. Fora interceder pela cura de sua filhinha Flávia, que contraíra lepra. Comovido e magnetizado por emoções que ainda desconhecia, o senador romano afastou-se, entretanto, aquele encontro ressoaria em seu íntimo pelos séculos vindouros… Emmanuel nos relata essa experiência pessoal com a riqueza de detalhes que caracteriza todos os seus livros, para que meditemos sobre os momentos preciosos que nos são oferecidos pela vida. Momentos muitas vezes desperdiçados, retardando nosso progresso e evolução.”

Este livro é necessário para entender nosso processo de evolução e é o que você precisa para deixar o sofrimento para trás.

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Eu te amo hoje! – Flavia Queiroz

9788573128475

Sinopse:
Ultimamente parece que o amor virou um clichê e que anda muito fora de moda, mas isso é balela: amar é o maior poder do ser humano. E afinal, o que é o amor?O amor é aquilo que nos faz levantar da cama de manhã e voltar para casa à noite. O amor é aquilo que coloca as pessoas nas praças, nos shoppings, nas ruas, nos aviões e na casa da sogra no domingo. Amor é o pão nosso de cada dia da alma. Amor nunca gasta nem cansa. Mesmo quando o amor é antigo, é sempre tempo de declará-lo e reconhecer como ele se esconde nos dias, surpreendendo e alegrando nossas vidas. Ou o amor novo, que ainda é fogo e nos faz sentir carinho por todos os detalhes da pessoa amada.Eu te amo hoje está aqui para isso. Sinta conosco como o amor foi feito para existir em público, a plenos pulmões e com toda a força!

Dados Técnicos
Assunto: RELACIONAMENTOS
Idioma: PORTUGUÊS
Peso: 0,2 kg
Número de Páginas: 96
Ano da Edição: 2013
ISBN 10: 857312847X
ISBN 13: 9788573128475

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7 sites para você aprender um novo idioma sem gastar nada

Use a internet para estudar e dominar uma língua estrangeira

Imagem 7 sites - Livraria RoveranAprender uma nova língua é uma experiência enriquecedora. No entanto, nem sempre é fácil encarar esse desafio. Isso porque o idioma em si pode ser difícil e, além do mais, é complicado ter tempo e dinheiro para frequentar um curso tradicional.

A internet pode ser muito útil no aprendizado de uma língua. Há uma série de plataformas gratuitas voltadas a quem deseja aprender uma língua nova. O site da revista “Inc.” listou algumas delas. Elas têm algumas diferenças entre si. Infelizmente, uma parte delas não tem uma versão escrita em português, o que faz com que sejam opções para quem domina o inglês. Confira:

1. Duolingo
O Duolingo talvez seja a mais famosa das plataformas online de idiomas. O serviço é estruturado como se fosse um game, o que faz com que a aprendizagem seja viciante. O Duolingo tem uma versão em português e aplicativos móveis para Android, iOS e Windows Phone.

2. OpenCulture
Este é um grande banco de dados com material de aprendizagem de 48 idiomas. Lá, você encontra o que é preciso para aprender tanto uma língua mais “popular”, como francês ou espanhol, como idiomas mais “alternativos”, como gaélico e islandês.

3. Livemocha
O Livemocha é uma verdadeira rede social. No site, que tem versão em português, você pode aprender vários idiomas, por meio de atividades de memorização, audição e escrita. O diferencial do Livemocha é que algumas das lições são corrigidas por usuários que são nativos no idioma escolhido.

4. Babbel
Com tradução para o português, o Babbel tem aulas de inglês, francês, alemão, sueco e turco, entre outras línguas. As lições básicas são gratuitas, mas há cursos pagos também.

5. Busuu
O Busuu é bastante popular ao redor do mundo. Tem mais de 50 milhões de usuários. No Brasil, no entanto, não é tão forte – até porque não tem uma versão em português. De qualquer forma, a plataforma também é colaborativa. Ou seja, os usuários têm uma participação ativa na aprendizagem dos colegas. Um ajuda o outro.

6. Learn a Language
Este é outro site que funciona como um banco de dados. Lá, você encontra material para aprender espanhol, francês, italiano e alemão, entre outras línguas.

7. Surface Languages
O Surface Language oferece “resumões”. Ou seja, lá você encontra palavras e expressões básicas de vários idiomas. É uma boa alternativa para quem precisa viajar a algum lugar, por exemplo, e não tem muito tempo para estudar.

Fonte: PEGN


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Os 100 Melhores Livros De Todos Os Tempos, A Lista Das Listas

Para se chegar ao resultado fizemos uma compilação de 15 listas publicadas por jornais, revistas e sites especializados em listas, mercado editorial e livros. O objetivo da pesquisa era identificar, baseado nestas listas, quais eram os 100 melhores livros da história. Algumas das listas pesquisadas incluíam apenas romances, outras — livros não ficcionais. Algumas traziam apenas obras do século 20, outras — obras seminais, formadoras da cultural ocidental. Após a seleção das listas, criamos uma base de dados para que todos os livros fossem pontuados igualmente independentemente do gênero ou período em que foi escrito. Nos casos de empate — e foram muitos — desempatamos atribuindo o valor mais alto ao livro que obteve o maior número de resultados no Google, numa consulta por autor e título.

Participaram do levantamento as publicações: “The New York Times”, “Amazon”, “Le Monde”, “The New York Public Library”, “BBC”, “The Guardian”, “Modern Library”, “Time”, “Newsweek”, “Telegraph”, “Lists Of Bests”, “Wikipedia”, “Folha de S. Paulo”, “Revista Época”, “Revista Bravo”.

Obviamente que listas são sempre incompletas, idiossincráticas. Sabe-se que, como a percepção, a opinião — que foi a base de todas as listas —, é algo individual. De qualquer forma, os 100 livros selecionados, se não são unanimidades entre as publicações pesquisadas (e possivelmente não serão entre os leitores), são referências incontestes da grandeza e importância da literatura para a humanidade.

O resultado não pretende ser abrangente ou definitivo, antes é apenas um reflexo da paixão de leitores e críticos que ajudaram a construir, com suas opiniões, um vasto guia literário que percorre mais de 2 mil anos de história. As sinopses são das respectivas editoras.

1 — Dom Quixote, Miguel de Cervantes, 1605

Dom Quixote de La Mancha

Dom Quixote de La Mancha não tem outros inimigos além dos que povoam sua mente enlouquecida. Seu cavalo não é um alazão imponente, seu escudeiro é um simples camponês da vizinhança e ele próprio foi ordenado cavaleiro por um estalajadeiro. Para completar, o narrador da história afirma se tratar de um relato de segunda mão, escrito pelo historiador árabe Cide Hamete Benengeli, e que seu trabalho se resume a compilar informações. Não é preciso avançar muito na leitura para perceber que Dom Quixote é bem diferente das novelas de cavalaria tradicionais — um gênero muito cultuado na Espanha do início do século 17, apesar de tratar de uma instituição que já não existia havia muito tempo. A história do fidalgo que perde o juízo e parte pelo país para lutar em nome da justiça contém elementos que iriam dar início à tradição do romance moderno — como o humor, as digressões e reflexões de toda ordem, a oralidade nas falas, a metalinguagem — e marcariam o fim da Idade Média na literatura.

2 — Guerra e Paz, Liev Tolstói, 1869

Guerra e Paz

“Milhões de pessoas praticaram, umas contra as outras, uma quantidade tão inumerável de crimes, embustes, traições, roubos, fraudes, falsificações de dinheiro, pilhagens, incêndios e assassinatos, como não se encontra nos autos de todos os tribunais do mundo em séculos inteiros […]. O que produziu tal acontecimento extraordinário?”. Empenhado em responder a esta pergunta, através da busca pela verdade histórica dos fatos, e em argumentar com os historiadores de sua época, que no seu entender resumiam os acontecimentos nas ações de algumas figuras poderosas, Liev Nikoláievitch Tolstói (1828-1910) escreveu um dos maiores romances da literatura mundial. Guerra e paz descreve a campanha de Napoleão Bonaparte na Rússia e estende-se até o ano de 1820. Baseado em meticulosa e exaustiva pesquisa — com fontes que vão dos estudos do francês Adolphe Thiers e do russo Mikháilovski-Danílevsk a testemunhos orais —, Tolstói reconta os episódios que culminaram na derrota francesa e retrata, à sua maneira, personagens reais, como o próprio Napoleão e uma série de comandantes militares.

3 — A Montanha Mágica, Thomas Mann, 1924

A Montanha Magica

Imagem simbólica da corrosão da sociedade europeia antes da Primeira Guerra. Ao visitar o primo em um sanatório, Hans Castorp acaba por contrair tuberculose. Permanece internado por sete anos, vivendo em um ambiente de requinte intelectual, em permanente debate com ideias filosóficas antagônicas, até que decide partir para o front.

4 — Ulisses, James Joyce, 1922

Ulisses

Um homem sai de casa pela manhã, cumpre com as tarefas do dia e, pela noite, retorna ao lar. Foi em torno desse esqueleto enganosamente simples, quase banal, que James Joyce elaborou o que veio a ser o grande romance do século 20. Inspirado na “Odisseia”, de Homero, “Ulysses” é ambientado em Dublin, e narra as aventuras de Leopold Bloom e seu amigo Stephen Dedalus ao longo do dia 16 de junho de 1904. Tal como o Ulisses homérico, Bloom precisa superar numerosos obstáculos e tentações até retornar ao apartamento na rua Eccles, onde sua mulher, Molly, o espera. Para criar esse personagem rico e vibrante, Joyce misturou numerosos estilos e referências culturais, num caleidoscópio de vozes que tem desafiado gerações de leitores e estudiosos ao redor do mundo. O culto em torno de “Ulysses” teve início antes mesmo de sua publicação em livro, quando trechos do romance começaram a aparecer num jornal literário dos EUA. Por conta dessas passagens, “Ulysses” foi banido nos Estados Unidos, numa acusação de obscenidade, dando início a uma longa pendenga legal, que seria resolvida apenas onze anos depois, com a liberação do romance em solo americano.

5 — Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez, 1967

Cem Anos de Solidao

“Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendia havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer a fábrica de gelo”… Com essa frase antológica, García Marquéz, Prêmio Nobel de Literatura de 1982, introduz a fantástica Macondo, um vilarejo situado em algum recanto do imaginário caribenho, e a saga dos Buendia, cujo patriarca, Aureliano, fez trinta e duas guerras civis… e perdeu todas. García Marquéz já despontava como um dos mais importantes escritores latino-americanos, no início da década de 1970, quando “Cem Anos de Solidão” começou a ganhar público no Brasil. O livro causou enorme impacto. Na época, o continente estava pontilhado de ditaduras. Havia um sentimento geral de opressão e de impotência. Então, essa narrativa em tom quase mítico, em que o tempo perde o caminho, em que os episódios testemunhados e vividos acabam se incorporando às lendas populares, evoca nos leitores uma liberdade imemorial, que não pode ser arrebatada. E tão presente. Tão familiar e necessária.

6 — A Divina Comédia, Dante Alighieri, 1321

A Divina Comedia

Texto fundador da língua italiana, súmula da cosmovisão de toda uma época, monumento poético de rigor e beleza, obra magna da literatura universal. É fato que a “Comédia” merece esses e muitos outros adjetivos de louvor, incluindo o “divina” que Boccaccio lhe deu já no século 14. Mas também é certo que, como bom clássico, este livro reserva a cada novo leitor a prazerosa surpresa de renascer revigorado, como vem fazendo de geração em geração há quase 700 anos.

7 — Em Busca do Tempo Perdido, Marcel Proust, 1913

Em Busca do Tempo Perdido

Ciclo de sete romances do escritor francês, inter-relacionados e com um só narrador, dos quais os três últimos são póstumos: “O Caminho de Swann”, “À Sombra das Raparigas em Flor”, “O Caminho de Guermantes”, “Sodoma e Gomorra”, “A Prisioneira”, “A Fugitiva” e “O Tempo Redescoberto”. São dezenas de personagens que se cruzam em histórias de amor, ciúmes e inveja, na França da Belle Époque. A narrativa vai passando do detalhe ao painel e do painel ao detalhe sem projeções definidas, num constante reajuste de tudo aquilo que nunca será perfeitamente ajustado. A obra é um retrato da sociedade de uma época, um mergulho no universo da burguesia francesa que permite que o leitor sinta as divergências entre nobres e burgueses.

8 — O Som e a Fúria, William Faulkner, 1929

O Som e a Furia

Este romance, finalizado em 1929, marca o início da chamada “segunda fase” da carreira de William Faulkner (1897-1962) e é considerado sua obra mais importante. Vinte anos depois, o autor se consagraria definitivamente, ao receber o Prêmio Nobel de Literatura. O ambiente da escritura de Faulkner é o sul dos Estados Unidos, escravocrata e derrotado na Guerra da Secessão. O som e a fúria narra a agonia de uma família da velha aristocracia sulista, os Compson, entre os dias 2 de julho de 1910 e 8 de abril de 1928. Um apêndice, acrescentado pelo escritor em 1946, fornece outras informações sobre a história dos Compson entre 1699 e 1945. Assim, é possível afirmar que o grande personagem desta obra-prima é o tempo, o que lhe confere interesse universal.

9 — O Homem sem Qualidades, Robert Musil, 1930-1943

O Homem sem Qualidades

Nesta que é considerada uma das obras literárias mais importantes do século 20, o autor Robert Musil tece uma intrincada trama centralizada em Ulrich. O personagem principal vive diversas experiências, viaja ao exterior e, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, retorna a Viena. Também, convive com os mais diversos tipos humanos, matéria de que se ocupa boa parte do livro. Esta obra de difícil classificação mostra, sobretudo, a decadência dos valores vigentes até o início do século 20, marcando a perda de posição da Europa na decisão dos rumos políticos e econômicos mundiais.

10 — O Processo, Franz Kafka, 1925

O Processo

A história de Josef K. atravessa os anos sem perder nada do seu vigor. Ao contrário, a banalização da violência irracional no século 20 acrescentou a ela o fascínio dos romances realistas. Na sua luta para descobrir por que o acusam, por quem é acusado e que lei ampara a acusação, K. defronta permanentemente com a impossibilidade de escolher um caminho que lhe pareça sensato ou lógico, pois o processo de que é vítima segue leis próprias: as leis do arbítrio.

11 — Crime e Castigo, Fiódor Dostoiévski, 1866
12 — Anna Kariênina, Liev Tolstói, 1877
13 — Édipo Rei, Sófocles, 427 a.c.
14 — 1984, George Orwell, 1949
15 — O Castelo, Franz Kafka, 1926
16 — Ilíada e Odisseia, Homero, século 8 a.c.
17 — A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Tristram Shandy, Laurence Sterne, 1759
18 — Doutor Fausto, Thomas Mann, 1947
19 — Lolita, Vladímir Nabókov, 1955
20 — Enquanto Agonizo, William Faulkner, 1930
21 — A Morte de Virgílio, Hermann Broch, 1945
22 — Os Lusíadas, Luís de Camões, 1572
23 — O Homem Invisível, Ralph Ellison, 1952
24 — Hamlet, William Shakespeare, 1603
25 — Finnegans Wake, James Joyce, 1939
26 — Rumo ao Farol, Virginia Woolf, 1927
27 — Grande Sertão: Veredas (1956)
28 — Pedro Páramo, Juan Rulfo, 1955
29 — As Três Irmãs, Anton Tchekhov, 1901
30 — Orgulho e Preconceito, Jane Austen, 1813
31 — O Leopardo, Tomaso di Lampedusa, 1958
32 — Pais e Filhos, de Ivan Turguêniev, 1862
33 — Contos da Cantuária, Geoffrey Chaucer, século 15
34 — As Viagens de Gulliver, Jonathan Swift, 1726
35 — Middlemarch, George Eliot, 1874
36 — O Apanhador no Campo de Centeio, J. D. Salinger, 1951
37 — O Lobo da Estepe, Herman Hesse, 1927
38 — O Grande Gatsby, Scott Fitzgerald, 1925
39 — O Mestre e Margarida, Mikhail Bulgákov, 1940
40 — As Vinhas da Ira, John Steinbeck, 1939
41 — Memórias de Adriano, Marguerite Yourcenar, 1951
42 — Paralelo 42, John dos Passos, 1930
43 — Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley, 1932
44 — As Asas da Pomba, Henry James, 1902
45 — O Jogo da Amarelinha, Julio Cortázar, 1963
46 — A Náusea, Jean-Paul Sartre, 1938
47 — A Peste, Albert Camus, 1947
48 — Folhas de Relva, Walt Whitman, 1855
49 — Memorial do Convento, José Saramago, 1982
50 — A Invenção de Morel, Adolfo Bioy Casares, 1940
51 — O Tambor, Günter Grass, 1959
52 — Retrato do Artista quando Jovem, James Joyce, 1917
53 — José e Seus Irmãos, Thomas Mann, 1933-1943
54 — Doutor Jivago, Boris Pasternak, 1957
55 — A Cidade e as Serras, Eça de Queirós, 1901
56 — O Estrangeiro, Albert Camus, 1942
57 — Otelo, William Shakespeare, 1622
58 — O Príncipe, Nicolau Maquiavel, 1532
59 — O Amante de Lady Chatterley, D.H. Lawrence, 1928
60 — Os Cantos, Ezra Pund, 1948
61 — A Consciência de Zeno, Italo Svevo, 1923
62 — On The Road, Jack Kerouac, 1957
63 — O Senhor dos Anéis, J.R.R. Tolkien, 1954
64 — A Terra Desolada, T. S. Eliot, 1922
65 — A Origem das Espécies, Charles Darwin, 1859
66 — A Laranja Mecânica, Anthony Burgess, 1962
67 — Luz em Agosto, William Faulkner, 1932
68 — O Coração das Trevas, Joseph Conrad, 1902
69 — Madame Bovary, Gustave Flaubert, 1856
70 — O Paraíso Perdido, John Milton, 1667
71 — Rei Lear, William Shakespeare, 1608
72 — Por Quem os Sinos Dobram, Ernest Hemingway, 1940
73 — Eneida, Virgílio, 19 a.c.
74 — Matadouro 5, Kurt Vonnegut, 1969
75 — A Sangue Frio, Truman Capote, 1965
76 — Histórias, Heródoto, 440 a.c.
77 — Moby Dick, de Herman Melville, 1851
78 — Mrs. Dalloway, Virgínia Woolf, 1925
79 — Lord Jim, Joseph Conrad, 1900
80 — Ardil 22, Joseph Heller, 1961
81 — A Amada, Toni Morrison, 1987
82 — O Capital, Karl Marx, 1867
83 — As Aventuras de Huckleberry Finn, Mark Twain, 1885
84 — A Revolução dos Bichos, George Orwell, 1945
85 — Ficções, Jorge Luis Borges, 1944
86 — Frankenstein, Mary Shelley, 1818
87 — O Sol Também se Levanta, Ernest Hemingway, 1926
88 — Corre, Coelho, John Updike, 1960
89 — O Vermelho e o Negro, Stendhal, 1830
90 — O Complexo de Portnoy, Philip Roth, 1969
91 — Os Três Mosqueteiros, Alexandre Dumas, 1844
92 — A Interpretação dos Sonhos, Sigmund Freud, 1900
93 — Trópico de Câncer, Henry Miller, 1934
94 — Pergunte ao Pó, John Fante, 1939
95 — Reparação, Ian McEwan, 2001
96 — Os Miseráveis, Victor Hugo, 1862
97 — Meridiano de Sangue, Cormac McCarthy, 2008
98 — Sonetos, William Shakespeare, 1609
99 — Desonra, J. M. Coetzee, 1999
100 — O Deserto dos Tártaros, Dino Buzzati, 1940

Fonte: Revista Bula


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Leitores São Mais Sábios, Compreensivos e Bons Parceiros

Os leitores têm acesso a centenas de almas e coletam sabedoria de todas elas. Isso faz deles pessoas melhores.

Leitora - Livraria Roveran

Para quem gosta de leitura, ler um livro é um prazer. O processo de leitura de quem gosta de ler e de quem lê por obrigação é muito diferente. Quem tem a leitura como uma de suas atividades mais prazerosas esquece do mundo quando abre um livro e mergulha de cabeça no enredo. Chora e ri com o personagem, lê avidamente, mas ao mesmo tempo não quer que o livro termine, pois não quer se desapegar dos personagens… E quando finalmente termina o livro, fica pensativo, totalmente imerso na história, no que aprendeu com os personagens e sente que ganhou algo, mas que também perdeu…

De acordo com Annie Murphy Paul, da revista TIME, esse momento é chamado de deep reading (leitura profunda), uma prática que está próxima da extinção agora que a maioria das pessoas estão folheando mais e lendo menos. A pior parte dessa extinção eminente é que os leitores provam ser mais legais e espertos do que os seres humanos que não leem.

Estudo ‘O que a Leitura faz pela Mente’

De acordo com esse estudo, liderado por Anne E. Cunningham, da Universidade de Berkeley, na Califórnia, a leitura fornece uma lição de vocabulário que as crianças nunca obteriam na escola. Segundo Cunningham, leitores são mais inteligentes devido ao seu vocabulário aprimorado e às habilidades de memorização, juntamente com sua habilidade de reconhecer padrões. Eles têm funções cognitivas mais altas do que as pessoas que não leem e podem comunicar-se de forma mais eficaz e completa.

Encontrar um parceiro que gosta de ler é como namorar um milhão de almas, segundo Cunningham. Uma das partes vai ganhar a experiência que o parceiro ganhou de tudo que ele já leu e a sabedoria que vem dessas experiências. É como namorar um romântico, um professor e um explorador de conhecimento.

Estudos de 2006, 2009 e 2010

De acordo com estudos publicados em 2006 e 2009 por Raymond Mar, psicólogo da York University, no Canadá, e Keith Oatley, professor de Psicologia Cognitiva na Universidade de Toronto, aqueles que leem ficção são capazes de ter mais empatia e teoria da mente, que é a habilidade de manter opiniões, crenças e interesses à parte de suas próprias crenças e opiniões. Os leitores podem considerar as ideias de outras pessoas, sem rejeitá-las e ainda manter as suas próprias.

Ainda segundo o estudo, essa habilidade é uma característica que todos os seres humanos têm desde o nascimento, mas que requer diferentes níveis de experiências sociais para se concretizar e essa pode ser provavelmente a razão pela qual o último parceiro de algumas pessoas pode ser considerado um narcisista.

Leitores são pessoas melhores – conheça a história do desconhecido que deu seu Kindle para um morador de rua – porque já viveram a vida de outras pessoas através de olhos abstratos, eles aprenderam como é deixar seus corpos e ver o mundo através de outros prismas. Eles tiveram acesso a centenas de almas e coletaram sabedoria de todas elas. Eles viram coisas que as pessoas que não leem nunca vão entender e vivenciaram mortes de pessoas que só eles conhecem. Eles sabem o que é ser um homem e uma mulher, e como é assistir ao sofrimento de uma pessoa.

Outro estudo publicado em 2010, por Raymond Mar, reforça essa ideia com resultados que provam que quanto mais história é lida para uma criança, mais aguçada se torna sua “teoria da mente” e ela se torna uma criança com mais sabedoria, capacidade de adaptação e de compreensão. A leitura molda o leitor ao personagem e faz com que cada lição, triunfo e tensão do personagem se torne sua.

Fonte: Blasting News


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Ouça um Trecho do Livro: O Advogado de Deus – Zibia Gasparetto

“A vida é bondosa e justa. Nunca colocaria em seu caminho uma situação em que fosse fatal você perder. Naturalmente terá que se esforçar, enfrentar seus medos, puxar para fora sua coragem. Mas se fizer isso, vencerá.”

O Advogado de Deus – Zibia Gasparetto

Leitora: Creusa Sedano

Como ser um anjo na terra?

Um pouco sobre Zibia Gasparetto:

zibia gasparettoZíbia Alencastro Gasparetto (1926) é escritora espírita. Ficou conhecida pela sua mediunidade no ato de escrever seus livros.

Nasceu em Campinas. De ascendência italiana, despertou vocação para a escrita desde a infância, quando escrevia contos policiais. É mãe do apresentador de televisão e psicólogo Luiz Antonio Gasparetto.

Zíbia Gasparetto começou seu interesse pela doutrina espírita em 1950, quando de repente, falou inexplicavelmente no idioma alemão. Procurou ajuda num centro espírita e começou a ler o “Livro dos Espíritos”, psicografado por Allan Kardec e obra essencial para a doutrina espírita. Dessa forma, escreveu o primeiro romance, o “Amor Venceu” (1958), assinado com nome de lucius.

É uma escritora prolífica e uma das poucas com vários livros no ranking de vendas, juntamente com Paulo Coelho e Mônica Buonfíglio. Vale a pena destacar algumas de suas obras: “Laços Eternos” (1976), “Quando Chega a Hora” (1999), “Ninguém é de Ninguém” (2000), Vencendo o Passado (2008) e Pensamentos (2010).

Um pouco sobre o livro O Advogado de Deus:

o advogado de deus“Ninguém nega a beleza das luis humanas tentando estabelecer os direitos, para que a melhor justiça seja feita. Porém muitos profissionais do Direito que juraram defendê-las afundaram-se na ganância e nos abusos do poder, perdendo-se na desonestidade. Por isso há tanta descrença na justiça dos homens…”

O livro fala da história de uma forte vocação. Daniel é filho de pais ricos, famosos na política e na sociedade carioca. Os pais querem que ele siga o caminho da política. Mas Daniel sente o chamado para a advocacia, e contra a vontade dos pais, segue o seu caminho, colocando a força da profissão a serviço da verdade, da justiça, do direito.

A história de Daniel demonstra que ainda se pode confiar em alguém que respeita a ética, na procura da verdade, e eficientemente promove a justiça. Estes são anjos chamados de ´advogados de Deus´!

Um pouco sobre a leitora: Creusa Sedano:

creusa sedanoCreusa é brasileira, espírita a 35 anos e fã de Zibia Gasparetto, casou-se na igreja católica, mas seu marido já era espírita. É uma mulher esforçada, dedicada que não se deixa abater, ela empreende trabalhando com topografia em com seus dois filhos.

É um exemplo de mulher a ser seguido, Creusa é o tipo de mulher que serve de inspiração para muitas mulheres hoje.

É possível contatá-la através de seu perfil no Facebook clicando aqui, ou procurando pelo nome completo.


Gostou? Quer o livro? Então atenção:

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Mas corra, restam poucos exemplares!


Quer participar das leituras? Então siga as instruções:

whatsappLeia e envie o trecho do seu livro favorito (pode ser qualquer livro!) para o whatsApp (11) 95331-2459, que será montado um artigo especial sobre seu livro e você. É fácil, simples e prático assim!

Confira também uma série de livros espíritas separados especialmente para você na Livraria Roveran!

Ouça um Trecho do Livro: A Ignorância – Milan Kundera

“A vida do homem dura em média oitenta anos. É contando com esta duração que cada um imagina e organiza a sua vida. O que acabo de dizer é uma coisa que toda a gente sabe, mas raramente nos damos conta de que o número de anos que nos é atribuído não é um simples dado quantitativo, uma característica exterior (como o comprimento do nariz ou a cor dos olhos), mas faz parte da própria definiçao do homem. Alguém que pudesse viver, com toda a sua força, digamos, cento e sessenta anos, não pertenceria à mesma espécie que nós. Já nada seria semelhante na sua vida, nem o amor, nem as ambições, nem os sentimentos, nem a nostalgia, nada. Se um emigrado, depois de vinte anos vividos no estrangeiro, regressasse ao país natal com cem anos de vida ainda à sua frente, pouco experimentaria da emoção de um Grande Regresso, provavelmente para ele isso nada teria de um regresso, não passando de mais uma das voltas do longo percurso da sua existência.

Porque a própria noção de pátria, no sentido nobre e sentimental da palavra, liga-se à relativa brevidade da nossa vida, que nos proporciona muito pouco tempo para que nos apeguemos a outro país, a outros países,a outras línguas.

As relações eróticas podem preencher toda a vida adulta. Mas se essa vida fosse muito mais longa, não asfixiaria o cansaço a capacidade de excitação, muito antes de as forças físicas declinarem? Porque há uma enorme diferença entre o primeiro, o décimo, o centésimo,o milésimo ou décimo milésimo coito. Onde fica a fronteira para lá da qual a repetição se torna estereotipada, senão cômica, ou até impossível? E transposto esse limite, em que se transformará a relação amorosa entre um homem e uma mulher? Desaparecerá? Ou pelo contrário, considerarão os amantes a fase sexual da sua vida a pré-história bárbara de um verdadeiro amor? Responder a estas perguntas é tão fácil como imaginar a psicologia dos habitantes de um planeta desconhecido.

A noção de amor (de grande amor, de amor único) nasceu, também ela, provavelmente, dos estreitos limites do tempo que nos é dado.
Se esse tempo fosse ilimitado, seria Joseph, tão ligado à sua mulher falecida? Nós que devemos morrer tão cedo, não sabemos.”

A Ignorância – Milan Kundera

Leitora: Jussara Trindade

Um pouco mais sobre Milan Kundera:

milan kunderaMilan Kundera nasceu a 1 de abril de 1929, em Brnö, na antiga Checoslováquia. Em 1975 fixou residência em Paris, tendo, em 1981, adotado a nacionalidade francesa. Autor de uma vasta obra, que abrange o romance, o ensaio e a poesia, é considerado um dos mais importantes escritores do século XX.

A Insustentável Leveza do Ser é a sua obra mais aclamada pelos leitores e pela crítica, e em muito contribuiu para o tornar num autor reconhecido internacionalmente. Entre outros, foram atribuídos a Milan Kundera o Prémio Médicis (1973), o Prémio Mondello (1978), o Prémio Common Wealth (1981), o Prémio Jerusalém (1985) e o Prémio Independent de Literatura Estrangeira (1991).

Um pouco mais sobre o livro A Ignorância:

a ignorancia capaA Ignorância foi escrito em 2000: Uma mulher e um homem encontram-se por acaso durante a viagem de regresso ao país natal, de onde emigraram vinte anos atrás. O enredo está centrado na possibilidade de recuperarem uma estranha história de amor, que então, na sua terra, fora apenas iniciada.

Entretanto, depois de tão larga ausência, as suas lembranças não se assemelham. Nossa memória só é capaz de reter uma pequena parcela do passado, sem que ninguém saiba por que precisamente essa e não outra. Vivemos imersos num imenso esquecimento e não nos preocupamos com isso. Só aqueles que, como Ulisses, regressam vinte anos depois à sua ítaca natal podem ver de perto, atônitos e deslumbrados, a deusa da ignorância.

Este livro aborda a emigração, imposta ou voluntária.

Um pouco mais sobre a leitora Jussara Trindade:

jussara trindadeJussara é paulista, formada pela PUCSP, com duas pós graduações: em letras e literatura brasileira, escritora (ghost writer) a dez anos, ela escreve de tudo, de biografias até artigos científicos. É uma leitora contumaz, muito exigente com a leitura e não dá moleza para os escritores contemporâneos. Dona de um alto padrão de qualidade literário, é frequentemente solicitada pelo mercado, e além de ghost writer, escreve críticas, sinopses e resenhas de livros.

Cinéfila de carteirinha, já teve um trabalho publicado: Sob o Signo do Silêncio, uma análise fílmica e literária de Vidas Secas, do Graciliano Ramos, obra na qual se dedicou por três anos.

O talento de Jussara vai além, também se aventurando pela música em uma parceria com o Adriano Rodrigues, na qual já foi autora de algumas letras.

o céu é meuJussara atua com um pseudônimo, um nome literário com o qual já escreveu alguns prefácios e artigos na internet.

É autora do prefácio do livro O Céu é Meu, da Patrícia Maês.

 

 

Não, seu talento não se esgota: Ela tem pronto, reservado em seu tesouro pessoal, um livro de poesias, obra que sua humildade afirma “não ser boa o suficiente para publicar” (mas é LÓGICO que é boa, Jussara!), ela só aceita fazer com profundo significado.

Jussara sonha em se dedicar para que a verdadeira arte não morra, abrindo espaço para que aqueles que com genuíno e legítimo talento, fazem arte, continuem produzindo, mesmo embora ignorados e esquecidos pelo show business.

Também atua como consultora de textos científicos para alunos que estão finalizando doutorado, mestrado, e graduação.

É possível contatá-la através de seu perfil no Facebook clicando aqui, ou procurando pelo nome completo.


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